domingo, outubro 17, 2010

Artigo de Pedro Bial sobre as Eleições

O Hino Nacional diz em alto e bom tom (ou som, como preferir) que um
filho seu não foge à luta. Tanto Serra como Dilma eram militantes
estudantis, em 1964, quando os militares, teimosos e arrogantes,
resolveram dar o mais besta dos golpes militares da desgraçada
história brasileira. Com alguns tanques nas ruas, muitas lideranças,
covardes, medrosas e incapazes de compreender o momento histórico
brasileiro, colocaram o rabinho entre as pernas e foram para o Chile,
França, Canadá, Holanda. Viveram o status de exilado político durante
longos 16 anos, em plena mordomia, inclusive com polpudos salários.
  Foi nas belas praias do Chile, que José Serra conheceu a sua
esposa, Mônica Allende Serra, chilena.

    Outras lideranças não fugiram da luta e obedeceram ao que está
escrito em nosso Hino Nacional. Verdadeiros heróis, que pagaram com
suas próprias vidas, sofreram prisões e torturas infindáveis,
realizaram lutas corajosas para que, hoje, possamos viver em
democracia plena, votar livremente, ter liberdade de imprensa.

     Nesse grupo está Dilma Rousseff. Uma lutadora, fiel guerreira da
solidariedade e da democracia. Foi presa e torturada. Não matou
ninguém, ao contrário do que informa vários e-mails clandestinos que
circulam Brasil afora.

    Não sou partidário nem filiado a partido político. Mas sou
eleitor. Somente por estes fatos, José Serra fujão, e Dilma Rousseff
guerreira, já me bastam para definir o voto na eleição presidencial de
2010. Detesto fujões, detesto covardes!

Pedro Bial, jornalista.

terça-feira, agosto 31, 2010

Crime e Castigo

"Meu Senhor a pobreza não é um pecado, é uma verdade. Sei também que a embriaguez não é nenhuma virtude.
Mas a miséria, meu senhor, a miséria... essa sim, essa é pecado.
Na pobreza ainda se conserva a nobreza dos sentimentos inatos, na miséria não há nem nunca houve nada que os conserve.
A um homem na miséria quase que o correm a paulada; afugentam-no a vassouradas da companhia dos seus semelhantes, para que a ofensa seja ainda maior, e é justo, porque na miséria sou eu o primeiro que estou disposto a ofender-me a mim próprio."

(Fiódor Dostoievski)

quinta-feira, agosto 26, 2010

Definitivamente, meu nome não é Raimundo!

Deixou o Grande Drummond:
"Mundo vasto Mundo,
se eu me chamasse Raimundo,
seria uma Rima, não seria uma Solução."
Mas hoje eu estou como mencionou o
Ilustríssimo Bandeira:
"Mundo vasto Mundo,
meu nome não é Raimundo,
eu não sou um Rima, muito
menos a Solução."

A fim de se encontrar, você tem que se perder!

Faz um certo tempo que li algumas obras do Léo Buscaglia e, me apaixonei, definitivamente, pela forma como ele enxerga as coisas, as pessoas e os sentimentos, que muitas vezes estão ocultos em nossas imensidões.
Lendo "Vivendo, Amando e Aprendendo", do mesmo Autor, encontrei o texto abaixo que muito me lembrou um texto escrito pelo Gabriel García Márquez, que durante muito tempo foi uma enorme referência para os meus problemas.
Enxergava os sonhos, como realidade, porque a qualquer momento eu pararia de viver, e simplesmente teria visto a vida passar por mim, quando deveria ser eu que deveria passar pela vida.
É uma lição de vida, ou melhor, um conselho sobre a vida!
Esse texto é um fragmento do Journal of Humanistic Psycology (Retirado por mim da obra do Léo Buscaglia, que o usou como referência em um dos seus cursos sobre o Amor), escrito por um homem de 85 anos, quando soube que estava prestes a morrer.

"Se eu pudesse reviver a minha vida, da próxima vez...
Procuraria cometer mais erros.
Não tentava ser tão perfeito.
Eu seria mais descontraído.
Seria mais flexível.
Seria mais tolo do que fui nesta "viagem".
Aliás, sei de muito poucas coisas que levaria tão a sério; seria mais maluco.
Seria mais higiênico.
Eu me arriscaria mais, viajaria mais, escalaria mais montanhas, nadaria mais em rios, olharias mais pores-do-sol, iria a mais lugares onde nunca fui.
Tomaria mais sorvetes e comeria menos feijão.
Eu teria mais problemas de verdade e menos imaginários.
Sabe, fui dessas pessoas que levam uma vida saudável, sensata e ajuizada, hora após hora e dia após dias.
Ah! Tive meus bons momentos, e, se tivesse de fazer tudo de novo, teria mais desses momentos.
Aliás, procuraria não ter nada senão momentos lindos, de momento em momento.
Fui dessas pessoas que não iam a lugar algum sem um termômetro, um saco de água quente, um gargarejo, uma capa de chuva e um pára-quedas. Se tivesse de fazer tudo de novo, da próxima vez viajaria com menos bagagem.
Se eu tivesse de fazer tudo de novo, passaria a andar descalço mais cedo, na primavera, e ficaria descalço até mais tarde no outono.
Andaria em mais corrosséis.
Olharia mais pores-do-sol.
E, brincaria com mais crianças.
Se pudesse viver minha vida de novo.
Mas, não posso, sabe!"

"Não deixe que a vida se esvaia de você, em que percebas." (Gabriel García Márquez)

"Estamos todos sempre juntos, mas estamos todos morrendo solitários." (Albert Schweitzer)

quinta-feira, abril 01, 2010

Gabriela Galindo

Amiga eu te amaria como amante...
E te desejaria como poeta...
Se assim eu fosse autorizado pelos teus olhos!
Mas prefiro não viver esse amor...
Ao risco de perder tua amizade.

(Franklin Mano)

sábado, março 27, 2010

Entre o Muro e o Jardim

"Não é preciso andar muitas léguas ou tentar comprar o documentário que a BBC nunca fez para ver que eles estão por todas as partes...
Fuçando o que você considera lixo, e que, obviamente, não te serve mais pra nada. Acredite, eles tem a esperança de encontrar nada menos que um bom jantar...
Não é preciso tentar encontrá-los...
Você verá sempre dezenas de milhares de mãos estendidas em sua direção querendo de você, apenas isso, é você mesmo, o que eles esperam todos os dias, um mísero trocado quem nem sempre vem com satisfação, você tem mesmo medo de que eles levem todos os seus anéis, até porque só os dedos não te satisfazem...
Teve medo de abrir a carteira?!
Calma, eles só estão ali pra te mostrar que a vida reservou destinos diferentes, para aqueles pequenos...
Pode dar o troco da boa comida, eles vão comer o que você jamais comerá mas vão lembrar de você ao deitarem naquela caixa que foi do seu fogão novo e que lhes serve de cama e sem saber muitas palavras bonitas vão pedir a Deus que te abençoe, mesmo sem saber teu nome, mas irão fazer isso porque você aliviou um pouco a dor que todos os dias eles sentem demasiadamente, o que pra você é vinte centavos, apenas, vinte centavos, para eles é uma verdadeira fortuna, é um alívio imediato...
Não é preciso caminhar até a ponte mais próxima...
Antes mesmo de você chegar lá vai esbarrar em algum deles e nem ao menos se dará ao luxo, ou a prepotência, de olhar para baixo e desculpar-se, e nem precisa, eles não tem forças pra falar é só perceber que quase não levantam as mãos...
E além disso, eles já estão acostumados a ser pedras para você e pessoas como você...
Meu caro cidadão, você, provavelmente, não sabe o que é fome e nem Eu, a nossa fome está entre uma refeição e outra, a deles duram dias...
Realmente, eles até tentam livrar-se dela, todos os dias, e nem sempre conseguem, porque ela vai dissipando lentamente o pouco que lhes resta de coragem...
Tente não deixar aquelas mãos no ar por muito tempo, elas não aguentam, e o que querem de verdade é um pequeno pedaço do seu pão com manteiga...
Seja apenas um minuto de atenção, eles só estão querendo mostrar que são normais fazendo algo que a vida obrigou-os a aprender...
Pare...
Escute...
Eles passam fome, frio e sede...
Você perdeu a hora do almoço?!
Teve que ficar até mais tarde no trabalho fazendo hora extra?!
Não sobrou dinheiro pra comprar um perfume novo?!
Você ainda consegue reclamar?!
Tem sempre alguém em uma situação pior que a sua, e mesmo com fome, frio e sede não desistem de acordar na manhã seguinte e recomeçar tudo outra vez..."

"Voltando a vida real, entristecia-me.
Não era eu um Príncipe?!
Nada disso.
Roupas baratas, pobreza...
Até as flores lá de casa pareciam murchas e sem perfume."
(Cândido Portinari)

Quem Sou Eu diante dos homens?!

"O objetivo dos Altos é continuar onde estão.
O objetivo dos Médios é trocar de lugar com os Altos.
O objetivo dos Baixos, isso quando tem algum objetivo -
pois uma das características marcantes dos Baixos é o
fato de estarem tão oprimidos pela trabalheira que só a
intervalos mantém alguma consciência de toda a qualquer
coisa extra ao seu cotidiano."
(George Orwell, 1984)

Andei repensando as minhas atitudes, não sei se estou crescendo ou me submetendo à ruínas, apenas reconheço que meus passos estão em caminhos diferentes, em direção oposta ao que achava conveniente a algum tempo.
Se isso é bom? Que assim seja!
Se isso for ruim... Só o tempo pode me mostrar os equívocos que já cometi, e que ainda cometerei.
Lembro-me de um simples pedido que fiz a meus colegas de classe, gostaria de ter citado muito mais sobre minhas experiências, e dificuldades. Mencionei pequenas palavras que pra mim significam muito, mas para outros são apenas palavras tolas, e em meio ao que mencionava, nervosa, aflita, surpreendi-me com a frieza que estava saindo da minha boca: - É, eu realmente não quero ser espelho para ninguém, até porque espelhos quebram e nem ao menos desejo ser vossa consciência até porque não sou a cabeça de ninguém, vocês são responsáveis pelos seus próprios atos e a consequência deles são o reflexo de suas vontades e objetivos. Valorizem mais os presentes que a vida lhes dá, oportunidades como as nossas são raras então que venham, mas segurem com vontade porque nem sempre janelas se abrem quando portas se fecham.
Eu não sei porque cresci tão rápido, acho que as necessidades me obrigaram a compreender que a vida não é um conto de fadas, tudo, por pior ou melhor que seja, é a mais pura vida real, e é como canta o Humberto Gessinger, vocalista do Engenheiros do Hawaii: Ah, vida real, onde é que eu troco de canal?!
A minha programação, infelizmente, ainda está muito deficiente de informações coerentes com a realidade, os filmes ainda estão sendo produzidos e as minhas novelas não tem muita audiência porque não portam muita emoção.
Você quer intrigas, falsidades, imoralidades?!
Eu tenho cara de Reality show?!
É do Big Brother Brasil, Brasil?! Pensei que fosse norte americano, o meu dicionário fala português, Brazil!
Fugi do consenso?!
As palavras já não possuem tanta coerência ou será que você fala a mesma língua que eu?!
É, só agora percebo que o verbo perdeu a conjugação e que os substantivos não são masculinos ou femininos, trabalho com conjugações passadas que já ultrapassaram as novidades desse outro mundo alienado.
Afinal, quem sou eu diante dos homens?!

quinta-feira, março 18, 2010

"Je frai un domain ou l'amour sera roi ou l'amour sera loi ou tu sera reine"

Ando com os pensamentos em movimento
Entrelaçados por uma única esperança
Caminhando em direção ao oposto, que já não existe mais
Olhando as folhas que balançam nas árvores, que ficam em frente a sua varanda...
Deito no lugar que era nosso, onde choro por saudades daqueles dias...
Olhe pra mim...
Reze por mim...
Viva em mim...
Os livros de Umberto Eco que estão sobre minha mesa são seus e eu quero devolvê-los, pra não ter que lembrar de você quando olhar pra eles...
Os vinhos já não servem...
As palavras já não conformam...
As lembranças são cada dia mais constantes...
E porque teve que ser assim?!
A vida nos reserva coisas, que só o futuro pode nos explicar...
Enquanto isso, fico aqui
Quieta...
Com os pensamentos lá em você...
Andando na mesma direção, pelo mesmo motivo...
Mas, não há chuva que não passe e não há sol que não faça florir!

Gabriela Galindo

segunda-feira, março 08, 2010

Entre Homens e Vinhos

"Estava Eu, sentada em minha cozinha, apreciando o sabor insuperável de um bom café e revirando o baú de recordações das minhas faculdades mentais e, confesso, cresci muito e percebo que ainda devo persistir, muito.
Lembrei-me então de uma aula de Geografia Geral, para ser mais precisa, sobre os índices de desenvolvimento humano e recordo-me com precisão a pergunta que ligeiramente veio a mim, tal foi feita pelo professor Nilton Augusto, que me fez pensar rápido...
-Gabi, o que, em seu modelo de concepção, significa envelhecer?, indagou-me o professor.
Parei um pouco e pensei, sinceramente pensei, mais rapidamente em pessoas de cabelos brancos com mais de 70 anos, e respondi:
-Pra mim, em minha forma de concepção, envelhecer é sinonimo de perda!
Mas, pensei no erro que tinha acabado de cometer...
Realmente, quantas pessoas o mercado de trabalho perde, falo de pessoas capazes, por conta de uma aposentadoria!? Inúmeras...
Mas...
Como nós temos o poder de mudar as nossas escolhas, pensei melhor a respeito dessa indagação feita pelo meu professor e se hoje me fizesse a mesma pergunta, responderia:
-Posso até pensar em perda, sim! Mas porque não pensar em amadurecimento?! Penso que as pessoas são como os vinhos, particularmente os aprecio demasiadamente, quanto mais velhos, obviamente, mais apurados com um gosto incansavelmente prazeroso, a exemplo de um grande vinho, já apreciado por mim, é o exemplo de alguns franceses, vinhos feitos com o maior luxo e requinte, pra ser mais própria o famoso Romanée - Conti é um dos melhores vinhos e a cada aninho de vida o seu valor é alterado não pela raridade, mas pelo sabor.
Hoje, penso que as pessoas são como os vinhos, como pessoas, que ganham muito com suas experiências, como profissionais que estando cada dia mais "Etiquetados" ganham destaque.
Deste modo se procurarmos em nós mesmos e na vida uma razão para crescer e simplesmente sentir a vida passar e garantir-se que foi apreciado, ao menos como pessoa, o ser humano consegue enxergar dentro de si o valor que os anos tem.
Encontrar dentro de cada um de nós o potencial verdadeiro é perceber que nossos sonhos são reais.
E porque não?!
Não espere a vida passar por você como um trem, siga-o, embarque nessa viagem, só é feliz de verdade, quem sabe viver."

"Não há glória sem sacrifício."

"Nada lhe pertence mais que seus sonhos." (Frederic Nietzsche)

domingo, fevereiro 28, 2010

Um coração pressionado por uma retina seduzida.

És a poesia
Em versos curtos
Cabelos longos de pele macia

Há harmonia...
Cada palavra...
Em cada parte do corpo há encanto

Causa espanto
Palavras frias
Pura sinceridade indolente

Em versos quentes
Repousa a alma
Até na calma, jaz inconsequente.

quinta-feira, janeiro 21, 2010

Filhos são flechas

"Não há desgraça que sempre dure nem bonança que não se acabe. Portanto sejamos serenos na vitória e não nos desesperemos no fracasso. A vida é caminhar. Isso sim, temos que fazer. Lutar muito. Fazer nossa parte. Escolher os melhores caminhos. Sermos leais e justos e praticarmos dia após dia o amor ao próximo e o perdão. É difícil, não há dúvidas, pois muitos não pensam como nós. Não importa. Façamos nossa escolha."
(Reflexão feita pela marca de produtos alimentícios, São Mateus, em memória das vítimas do Terremoto acontecido no Haiti - Filhos são Flechas - Gibran)

terça-feira, janeiro 19, 2010

Poesia de Franklin Mano

"Não preciso tocar teu corpo para saber que ele é apenas um vaso, mas preciso perscrutar tua alma para compreender no íntimo tua estrutura, afinal é isso que o vaso realmente guarda. Pois não escrevo sobre vasos e sim sobre almas."

quarta-feira, janeiro 06, 2010

Elogio da Loucura

Primeiramente quero agradecer ao meu caro amigo Erasmo, é o Erasmo, mas não é o Erasmo Carlos e muito menos o Coronel Erasmo Dias, é o grande Erasmo de Rotterdam, por ter me emprestado o título de umas de suas melhores obras, Elogio da Loucura, para colocar em meu humilde texto, que no fundo tem um pouco de grande loucura para os ouvidos de quem vê e os olhos de quem ouve.
E aproveitando a ocasião peço desculpas ao magnífico Veríssimo, ao Luís Fernando Veríssimo, que sugeriu para o título "Orgias", mas caro Veríssimo não achei-o conveniente, até porque "Orgias" é algo muito engraçado e colocar em um jogo de palavras cruzadas como esse seria muita ironia de minha parte e que fique pra próxima "Orgia", certo Bacana?!


Não sei o porque, mas estou como canta o Zeca Baleiro "Ando tão a flor da pele que qualquer beijo de novela me faz chorar", é e quem diria ver-me de tal maneira...
Um lado pessoal cheio de rima e poesia, como se o belo já não existisse nessa estante repleta de sonhos e aventuras que relata histórias de um mundo utópico, surreal, imaginado pela menina de oito anos que nem sabe ao certo aonde estão os seus sapatos.
Me sinto a verdadeira Anne Frank escrevendo para a sua "Querida Kitty" revelando seus sonhos, medos, angústias e coragem, para ir embora como quem soube viver a vida.
Vamos brindar a vida o que há de melhor perto de cada um de nós e se isso não é o suficiente, sinta e seja, pois cada sonho é como uma realidade, a sua realidade, o seu objetivo, não adianta cruzar os braços e ouvir o vento passar.
Ande!
Viva!
Seja!
Sinta!
Ria, mesmo que não haja motivos!
Cante, mesmo que não seja uma voz barítono!
Pule, mesmo que já não tenha forças!
Ah! E não se esqueça de orar, ore e ore sempre mesmo que que já não sinta Deus perto de você, pode crer que é apenas coisa da sua cabeça, Ele está mais perto do que você imagina e te escuta e te ama muito.
Pense em Deus, sempre há um restinho de esperança no fim da jornada.
Talvez o que falta para sua relação com Deus seja uma xícara de Fé, duas grandes porções de Amor flocadas com Afeto, uma colher (sopa) de Paciência e outra de Esperança e não esqueça, de forma alguma, de uma pitada de Reconhecimento, ingredientes perfeitos!
Junte-os em seu coração e pensamento!
E sempre que puder faça como a Raposa, aquela amiga do Pequeno Príncipe, criada pelo Antoine de Saint-Exupéry: -Se você quer um amigo, cative-o!
Não esqueça que quem cativa tem responsabilidades por quem foi cativado, então chegue-se em Deus e torne-se responsável e correto, converse com Ele, só ele pode te dar o rumo das palavras certas.