"Meu Senhor a pobreza não é um pecado, é uma verdade. Sei também que a embriaguez não é nenhuma virtude.
Mas a miséria, meu senhor, a miséria... essa sim, essa é pecado.
Na pobreza ainda se conserva a nobreza dos sentimentos inatos, na miséria não há nem nunca houve nada que os conserve.
A um homem na miséria quase que o correm a paulada; afugentam-no a vassouradas da companhia dos seus semelhantes, para que a ofensa seja ainda maior, e é justo, porque na miséria sou eu o primeiro que estou disposto a ofender-me a mim próprio."
Mas a miséria, meu senhor, a miséria... essa sim, essa é pecado.
Na pobreza ainda se conserva a nobreza dos sentimentos inatos, na miséria não há nem nunca houve nada que os conserve.
A um homem na miséria quase que o correm a paulada; afugentam-no a vassouradas da companhia dos seus semelhantes, para que a ofensa seja ainda maior, e é justo, porque na miséria sou eu o primeiro que estou disposto a ofender-me a mim próprio."
(Fiódor Dostoievski)
3 comentários:
post Novo olha la!
beiiijos ;*
obrigada pela Visita *-*
Desconfio que elas sejam feitas de cola quente xD
beeeijos ;*
Alguns homens deveriam ser eternos... Fiódor Dostoievski é um deles...
Mas, vai saber se não são de fato eternos...
Parabéns pelo blog Gabriela. To seguindo...
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