Primeiramente quero agradecer ao meu caro amigo Erasmo, é o Erasmo, mas não é o Erasmo Carlos e muito menos o Coronel Erasmo Dias, é o grande Erasmo de Rotterdam, por ter me emprestado o título de umas de suas melhores obras, Elogio da Loucura, para colocar em meu humilde texto, que no fundo tem um pouco de grande loucura para os ouvidos de quem vê e os olhos de quem ouve.
E aproveitando a ocasião peço desculpas ao magnífico Veríssimo, ao Luís Fernando Veríssimo, que sugeriu para o título "Orgias", mas caro Veríssimo não achei-o conveniente, até porque "Orgias" é algo muito engraçado e colocar em um jogo de palavras cruzadas como esse seria muita ironia de minha parte e que fique pra próxima "Orgia", certo Bacana?!
Não sei o porque, mas estou como canta o Zeca Baleiro "Ando tão a flor da pele que qualquer beijo de novela me faz chorar", é e quem diria ver-me de tal maneira...
Um lado pessoal cheio de rima e poesia, como se o belo já não existisse nessa estante repleta de sonhos e aventuras que relata histórias de um mundo utópico, surreal, imaginado pela menina de oito anos que nem sabe ao certo aonde estão os seus sapatos.
Me sinto a verdadeira Anne Frank escrevendo para a sua "Querida Kitty" revelando seus sonhos, medos, angústias e coragem, para ir embora como quem soube viver a vida.
Vamos brindar a vida o que há de melhor perto de cada um de nós e se isso não é o suficiente, sinta e seja, pois cada sonho é como uma realidade, a sua realidade, o seu objetivo, não adianta cruzar os braços e ouvir o vento passar.
Ande!
Viva!
Seja!
Sinta!
Ria, mesmo que não haja motivos!
Cante, mesmo que não seja uma voz barítono!
Pule, mesmo que já não tenha forças!
Ah! E não se esqueça de orar, ore e ore sempre mesmo que que já não sinta Deus perto de você, pode crer que é apenas coisa da sua cabeça, Ele está mais perto do que você imagina e te escuta e te ama muito.
Pense em Deus, sempre há um restinho de esperança no fim da jornada.
Talvez o que falta para sua relação com Deus seja uma xícara de Fé, duas grandes porções de Amor flocadas com Afeto, uma colher (sopa) de Paciência e outra de Esperança e não esqueça, de forma alguma, de uma pitada de Reconhecimento, ingredientes perfeitos!
Junte-os em seu coração e pensamento!
E sempre que puder faça como a Raposa, aquela amiga do Pequeno Príncipe, criada pelo Antoine de Saint-Exupéry: -Se você quer um amigo, cative-o!
Não esqueça que quem cativa tem responsabilidades por quem foi cativado, então chegue-se em Deus e torne-se responsável e correto, converse com Ele, só ele pode te dar o rumo das palavras certas.
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